"You don’t have to burn books to destroy a culture. Just get people to stop reading them." - Ray Bradbury.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Do que fica
terça-feira, 20 de julho de 2010
Promoção “Fahrenheit 451” no pontoLIVRO
Ray Bradbury, um de meus autores favoritos – mesmo tendo lido muito pouco dele – completa 90 anos no mês que vem, então aproveitei a ocasião para lançar uma pequena promoção lá no pontoLIVRO.
Para participar é bem simples: basta visitar o post da promoção e preencher um formulário. O sorteio será efetuado através do Ramdom.org no dia 31 de agosto, e a brincadeira vale um exemplar de Fahrenheit 451, uma das obras-primas do escritor.
Espero vocês por lá.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
3 mulheres: duas para se ouvir e uma para deixar pra lá
É muito bom ver que as pessoas crescem, e melhoram, principalmente quando você não ia lá muito com a cara delas, mas se surpreende quando vê no que se transformaram. De tudo o que estou ouvindo agora – e dá para perceber que estou mais pop que pipoca – tive duas surpresas agradáveis, e uma bem desagradável.
Ou muito me engano ou a primeira referência que vi de Macy Gray foi uma citação no primeiro episódio de Gilmore Girls – que eu assistia e, sim, tenho saudades – só para se ter ideia de como isso faz tempo. O hit naquele tempo era I Try, e, apesar de ter ouvido bastante nas rádios, não fui com a cara dele, e quase me esqueci de Macy. Até que, algumas semanas atrás, vi no site da Billboard uma notícia sobre o lançamento de seu novo álbum, The Sellout, e resolvi conferir. Nas 12 faixas, Macy mostra que cresceu, e me impressionou muito com Lately, Kissed It (com a participação de Velvet Revolver), On & On e, principalmente, com a última faixa, The Comeback. Macy virou coisa fina.
Minha melhor memória de Christina Aguilera se limitava a uma versão em espanhol de Come on Over, o que ilustra bem o porque de nunca ter gostado muito dela, ao menos até ver o clipe de Candyman – é uma boa música para ver e ouvir, só ouvindo é penosa. Claro que antes ouvi, muito Fighter e Beautiful, do álbum Stripped, mas parei por aí. Sabe-se lá porque, acabei entrando no site da cantora, e vi a capa de seu novo disco, que, nem preciso dizer, muito me agradou. Bionic, seu novo álbum, mostra como a maternidade e um tempo longe dos palcos fez bem a Aguilera. De todas as faixas, destaco as duas primeiras – que ela vem apresentando em suas aparições – Bionic e Not Myself Tonight, além de All I Need e I Am. Não posso afirmar, mas acho que a criança da faixa My Hearth é o filho dela. Como diria Marcelo Tas: não é um docinho de jacarandá?
Já contei que não via nada de especial na Lady Gaga até passar uma noite com ela vendo uma apresentação sua no MTV VMA (assista o vídeo aqui). Depois disso passei a ouvir seu álbum, não dando muita bola para os olhares de meus irmãos. Até mesmo esperei com alguma ansiedade por The Fame: Monster, e assisti Telephone pelo menos umas 30 vezes. Até aqui tudo ia bem, mas foi só lançarem o clipe de Alejandro pra coisa desandar. Podia jurar que sua próxima música de trabalho seria Monster, e não entendi a jogada de se lançar a estranha Alejandro e seu clipe tosco. Se suas duas companheiras de post cresceram, Gaga retrocedeu muito em meu conceito. Ela já é apontada como a nova Madonna, como o novo sopro de esperança no mercado fonográfico, não precisa andar por aí engolindo terços e andando de calcinha estampada com uma cruz invertida bem no ponto X. Essa caiu.
Pois é, estou numa fase bem adolescentezinha, mas é só uma fase, logo passa. No mais, as coisas finalmente se acertaram. Em breve começo a leitura de A Viagem do Elefante, para a leitura coletiva proposta pela Vanessa e o James, clique nos links para saber como participar. Por enquanto é só.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
O Clube do Bolinha
Em minha memória, o Clube do Bolinha é uma instituição mítica da tv brasileira: um lugar onde mulher não entra, isso sem ter de se mudar de time. Nada mais adequado neste dia do homem.
Mais ou menos no estilo do clube, o Marcelo do Abrazar La Vida me indicou este selo, o Homens Fabulosos, que como o próprio nome já diz, é só para Eles, ou seja, nós.
Agradeço ao Marcelo pela indicação, e faço a seguir as minhas – inevitavelmente alguns já o receberam, mas vamos lá: James Penido, Marcelo (vale rebatida? Vale!), Mauri Boffil, Valdeir Almeida, William Lial.
Beijo, abraço e aperto de mão. Ainda esta semana tem post novo. Prometo.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Chega de Bullying
A Vanessa, do Mãe é Tudo Igual, propôs esta blogagem coletiva para tratar de um dos assuntos mais urgentes da atualidade: o bullying. Segundo a Wikipédia, Bullying é “um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender.”
Em meus tempos de escola presenciei algumas situações – e fui vítima em outras – as quais, hoje, poderiam muito bem serem qualificadas como bullying. Sempre fui do time dos nerds, e no interior eles são elemento raro, então sobravam a mim, quase que exclusivamente, os apelidos de estranho, desengonçado, e um que muito me ofendeu na época: zumbi.
A escola e seus responsáveis negligenciam as vítimas por mera questão de conveniência. Devido às constantes agressões, a vítima de bullying acaba por se anular no ambiente escolar, acreditando que assim não chamará a atenção dos agressores, ficando isolados e quietos em um canto. Ao menos onde estudei, este tipo de aluno, o que não atrapalha a aula e não reclama de nada é considerado o tipo perfeito, e tido como um anjo. Comigo foi assim.
Isso deixa a incômoda impressão de que os professores, que são aqueles que mais tempo passam em contato direto com os alunos, e por tabela os que deveriam diagnosticar certos problemas, não se importam com o que sente o aluno, desde que este não atrapalhe o andamento das atividades. Isto quando não são eles os infames “adjetivadores”, e os professores de Educação Física parecem ter um talento todo especial para isso.
Acredito que somente com a união de pais e escolas, como muitos propõem, é que se pode abrandar esta prática, porém isso, nem de perto é tão fácil, e principalmente por que é raro que os pais do agressor, nas raras ocasiões onde são convocados – ou, antes, em que seu filho é identificado como um – admitam a culpa do filho, e o efeito de seus atos. Alguns chegam, até mesmo, a culparem as vítimas, que “não são homens o bastante para se defenderem”. Cansei de ouvir em briga de crianças a admirável frase: “Quem puder mais chora menos.” Se há uma ocasião onde ela não deveria ser empregada é nesta aqui.
Ademais, não acredito nem um pouco nesta alegação; já que ninguém sofre, apanha ou é humilhado por que quer, ou porque gosta, mas as agressões assumem uma dimensão tamanha que pouco se pode, ou se consegue fazer para revertê-la. Assim como para se reverter os danos causados nas vítimas.
O tema é amplo e, felizmente, vem sendo discutido. É um primeiro passo de uma jornada que se anuncia bastante longa.
__
Para saber mais sobre Bullying, leia os posts dos outros participantes da blogagem. Eles podem ser vistos aqui.
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